Podcastologia #4

Spotify maior que a apple

Frase de abertura

Oi *|FNAME|*,
Tudo certo?
Começo logo com o elefante branco na sala: perdoe-me pelo sumiço.
O motivo mais provável foi a frente fria que chegou a Salvador, que provocou uma mudança no tempo e teve como consequência uma linda garotinha de 2 anos um tanto gripada e 10 vezes mais dengosa que o normal. Como ela tem um pai babão que não aguenta ver sua pequena pedindo colo, já viu, não é?
Por isso, agradeço a paciência e os feedbacks que recebi durante a semana.

Ah! Aproveito para novamente pedir aquela força na divulgação do Podcastologia.
Basta copiar e colar o link bit.ly/CadastroPodcastologia (sim. deixei sem o link em si para ser mais fácil copiar) nas suas redes sociais e/ou, claro, divulgá-lo nos seus Podcasts. 

Abração,

Roberto

Por aí

Spotify já é maior que a Apple em muitos paises 

(E, pelo jeito isso, vai crescer ainda mais…)
O Spotify, em muitos países, agora é mais popular que a Apple como plataforma de podcasts, de acordo com novos dados da Voxnest. Em particular, o Spotify supera a Apple em quase toda a América Central e do Sul. Os dados de consumo de podcast são baseados nos downloads de podcasts de fevereiro, fornecidos pela Voxnest, incluindo várias plataformas de terceiros, e refletem o sucesso do Android em muitos desses mercados.

Além disso, Spotify foi lançado na Índia há muito pouco tempo. Pouco MESMO! No dia 26 de fevereiro. Por lá, o Android tem uma participação de mercado de 90% nesse país.
De qualquer forma, se focarmos somente nos Estados Unidos, mais da metade (53%) dos usuários mensais do Spotify com idades entre 12 e 24 anos relataram ser ouvintes mensais de podcasts, contra 32% no ano passado. Ao menos é o que diz uma nova pesquisa* publicada por lá.


Nova pesquisa nos Estados Unidos dá números surpreendentes sobre o hábito dos ouvintes por lá

Os novos dados da The Infinite Dial(*), pesquisa anual realizada pela agência Edison Research and Triton Digital, traz resultados mostram a força atual do Podcast nos Estados Unidos.

Por lá, 70% dos americanos com mais de 12 anos já estão familiarizados com a palavra “Podcasting”. No entanto, como bem é explicado pela própria Edison, conscientização não significa necessariamente compreensão; É perfeitamente possível que muitos desses americanos já tenham escutado o termos, mas ainda não saibam o que a palavra realmente significa;

Ainda assim, 51% dos americanos relataram ter ouvido um podcast pelo menos uma vez na vida. O que significa dizer que mais da metade dos americanos ja deram uma chance a essa “coisa” que tanto amamos. 
Mas fica melhor…
32% dos americanos relatam ter ouvido um podcast no último mês. Ou seja: quase um terço dos americanos podem ser considerados ouvintes ativos;

O número médio de podcasts ouvidos, em média, em uma semana se manteve em sete, igual ao número registrado no ano passado. Vale a pena notar que o número permaneceu o mesmo, apesar do crescimento do número de podcasts; assim, se o número não caiu ou se diluiu sugere que mais pessoas estão ouvindo podcasts.

Por último, Podcasting cresceu ligeiramente como a “fonte de áudio usada com mais frequência no carro” – agora em 4%, acima dos 3% do ano passado. Em contraste, a rádio AM / FM está agora em 52%, abaixo dos 56% do ano passado.

Claro que estes números são do mercado americano e parecem distantes de nossa realidade. Assim como Blogs pareciam distante no início dos anos 2000, mas estouraram com tudo anos depois. Assim como ninguém poderia imaginar, que o YouTube seria o que é hoje ou que um serviço de entrega de DVDs se transformasse no que é a Netflix hoje?

Estamos no caminho certo para a difusão do Podcast no Brasil, e já podemos até começar a ver algumas gaivotas perto do navio,. Temos, porém, um longo caminho até o “terra a vista”.


Isso a Globo não mostra… mas deveria

Já faz um bom tempo que acredito que uma das formas de  tornar o Podcast uma mídia melhor aceita no Brasil é levá-la ao grande público através das chamadas “mídias tradicionais”, ou seja: Já pensaram um núcleo de Podcasters dentro da Malhação? Mostrando os garot@s gravando um programa, explicando para os amigos como baixar um app para ouvi-lo… Poderiam ter a participação de outros Podcasters “reais” e assim mostrar que há outros programas de todos os tipos na Podosfera. Estariam criando assim uma nova geração de ouvintes e – quem sabe? – produtores de Podcasts?
Ainda assim, enquanto esta temporada não chega, não quer dizer que maior emissora de Tv do país está alheia a Podosfera. A Globo já tem 5 programas em seu catálogo, incluindo novela, Podcast do Zorra – que continua no ar mesmo quando o programa da Tv espera uma nova temporada – e até as entrevistas do falecido (???) Program do Bial. Isso sem contar com os programas Rádio Globo sobre esportes, cinema e até o The Voice Brasil (Apesar de está parado).
Apesar de muito pouco divulgados para a grande massa, mostra que o maior conglomerado de mídia do pais não está alheio ao que acontece no mundo e já começa a molhar a ponta do dedo na água. Ao meu ver, isso é uma ótima notícia para todos nós.

Pelo feed

O que pipocou no meu radar podosférico:


Podcastologia #02

Frase de abertura

Oi,
Tudo certo?
Esta é a edição de domingo do Podcastologia.
O que significa?
Algo mais simples e direto. Ou seja: Links, links e mais links de notícias, artigos interessantes, análises e tudo o que rolou de mais importante no mundo dos Podcasts nas últimas semanas.
Importante frisar que não estão em nenhuma ordem específica. Assim que algo interessante apita no meu radar, copio para um arquivo de texto e guardo para ser compartilhado aqui.
E sim! Li todos e cada um deles. Li e avaliei cada um dos links que compartilho contigo agora.
Aos poucos estes links serão também liberados no Twitter e LinkedIn, basta procurar a #Podcastologia.
Mudando de assunto, foi muito legal receber vários e-mails elogiando além dos convites para transformar o Podcastologia em um podcast.
Já disse pessoalmente à quem me escreveu: quem sabe em um futuro próximo?
De qualquer forma, não esqueçam também de divulgar o projeto, ou o link, na verdade: bitt.ly/CadastroPodcastologia.
Estou sempre aberto para aquele papo, seja ao vivo, e-mail, redes sociais ou – quem sabe? – via áudio.
Meus contatos estão sempre ali embaixo. Basta clicar!
Forte abraço e até a próxima.

Roberto Camara Jr.

Gotas de Sabedoria

Links para notícias e artigos sobre a Podcasts, Podcasting e a Podosfera em geral

O Podcastologia

Logo do Podcastologia por Roberto Camara Jr.
Faz uma alusão à Podcast quando a letra P é formada por um fone de ouvido

O mundo dos Podcasts no Brasil e no exterior. Com as notícias e análises da podosfera local e internacional, além de dicas de equipamentos, edição, roteiro e tudo mais o que você precisa para saber mais sobre a mídia em si.
Seja você iniciante, entusiasta ou um profissional, o Podcastologia é voltado não só para Podcasters e fãs, mas também para que o mercado publicitário possa ver o podcast como um meio de comunicação a ser explorado.
É feito por quem quer entender a mídia, explorar suas possibilidades e não somente dar um play no seu programa predileto. Por quem acredita que Podcasting, como mídia, principalmente aqui no Brasil, ainda está no começo de sua fase de expansão, mas permite diversas possibilidades criativas e de entretenimento.
Espero que a jornada seja tão interessante para você como é, para mim fazer a curadoria, estudar cada assunto, comentar, analisar e compartilhar contigo.
Se está lendo isso, é porque aceitou me dar o que muitos acreditam ser o mais valioso do mundo on line: O clique. E por isso, sou extremamente grato.
Assim sendo, seja muito bem vind@ ao Podcastologia.

Afinal, o que é um Podcast?

Digamos que você faça o upload do último episódio do seu podcast, dê a ele um título e publique-o. Seus ouvintes recebem esse episódio automaticamente em seus telefones, em todos os tipos de aplicativos, em todos os tipos de dispositivos, em todo o mundo. Como? Por quê? Que tipo de mágica acontece quando você aperta esse botão de publicação? O que é um podcast, mesmo? A resposta é um pouco confusa, mas é também o que mantém o podcast aberto, flexível e democrático.
Ao contrário do que muitos pensam, Podcasting é um formato de mídia surpreendentemente antigo e simples da internet. E embora isso seja muito legal, é justamente isso o que a torna um pouco confusa e diferente de como outros tipos de mídia funcionam na Internet.
Apenas um pequeno aviso: isso aqui vai ficar um pouco mais técnico a partir de agora, mas vale a pena continuar.

Isso porque todo esse “encanamento” – a estrutura básica da internet – foi construído há algum tempo, quando a tecnologia era bem diferente.

Podcasts: Um pouco de história

Por exemplo, vamos voltar à virada do milênio:

Naquela época, alguns desenvolvedores criaram uma forma dos sites distribuírem artigos automaticamente. Foi chamado de RSS. Um feed RSS é basicamente um arquivo para o qual os editores da Web podem adicionar entradas, como uma maneira de distribuir postagens de blogs, feeds de notícias ou qualquer outra coisa, na verdade. Lembra do Google Reader? Essa foi uma maneira de coletar e ler feeds RSS. Você “assinava” – sem custo algum, é bom dizer – os sites que gostava e recebia automaticamente os últimos posts / artigos em um único lugar, de forma contínua e dinâmica.

Trocando em miúdos, é como se você tivesse assinaturas de um ou mais jornais e/ou revistas. Ou seja, não precisa mais sair de casa, ir até a banca ou procurar seu jornaleiro predileto. Seus jornais são trazidos até você, todos os dias no mesmo horário. Ou melhor ainda: assim que a notícia é publicada! Além disso, nada impede que você assine mais de um jornal, correto? Isso é um feed. Com a diferença de que você não precisa pagar por estas assinaturas. Isto é, você não precisava mais abrir outra página do navegador – naquela época não havia guias – e ir até o seu site favorito para ler as últimas notícias: elas vinham até você.

Alguns anos depois de o RSS ter sido desenvolvido como uma maneira de distribuir texto, ele conseguiu incluir outros tipos de mídia, como áudio e vídeo. E foi esta a “mágica” que possibilitou o surgimento dos podcasts.

Você podia usar programas especiais para se inscrever em feeds (assinaturas) de podcast. Esses programas, que eram chamados de podcatchers, uma vez instalados no seu computador, verificariam estes feeds para, automaticamente, cada vez que você se conectasse à rede a procura de novidades ele baixasse automaticamente os arquivos de áudio. Era como transmissões de rádio, por exemplo… que você podia ouvir quando quisesse… no seu iPod.

Isso tudo estava acontecendo no início dos anos 2000, meio que não oficialmente. Para encontrar podcasts, você precisa saber onde procurar, pegar os links para o feed RSS de cada podcast e adicioná-los manualmente ao seu podcatcher. Mas em 2005, Steve Jobs anunciou que os podcasts se tornariam uma parte oficial do aplicativo iTunes.

Este foi um grande negócio, porque significava que, por uma vez, havia um grande diretório central de podcasts, embutido em um programa que também podia baixar esses podcasts.

O funcionamento deste programa mostra um pouco da genialidade e simplicidade de todo o processo. Afinal, nada mais era do que apenas um diretório. Um grande índice de podcasts hospedados em quaisquer outros lugares, menos pela Apple. Essencialmente, quando você usava o iTunes para assinar um podcast, ele verificava o feed RSS original e baixava novos arquivos dos programas que você escolheu diretamente do host. Isso significava que a Apple não estava distribuindo podcasts. O iTunes estava lá apenas para ser basicamente um mecanismo de busca de podcasts, e facilitar a inscrição deles.

Algo assim pode não ser tão impressionante, mas, na época, era revolucionário. Tanto que, acredite ou não, é assim que funciona hoje ainda. Os podcasts no iTunes têm um novo nome: Apple Podcasts. Mas a tecnologia subjacente ainda é a mesma; episódios de podcast e feeds RSS são hospedados em outros lugares, e aplicativos como Apple Podcasts, Podcast Addict, CastBox, Beyond Pod e tantos outros agregadores de podcast são apenas grandes listas desses feeds. Incluindo os novos Anchor e Google Podcast e, claro, o bom, velho e renomeado Apple Podcast. Estes apps, são também chamados de “Agregadores” pois – como o nome já diz – podem agregar em um único lugar diversos feeds diferentes, isto é: diversos Podcasts diferentes.

Isso tudo afeta a sua experiência e a dos seus ouvintes de algumas maneiras. Por exemplo, quando um novo episódio é publicado, quase que imediatamente os diversos agregadores já conseguem identificá-lo. Isso porque os apps que os fãs deste podcast escolherem, já verificam esse feed diretamente e recebem a nova lista de episódios imediatamente. Mas você deve ter notado que seus novos episódios não aparecem nas listagens de agregadores imediatamente. Isso acontece porque esses diretórios verificam periodicamente seu feed em busca de novos episódios, a cada uma ou duas horas, para que haja um pequeno intervalo entre o momento em que você publica um novo episódio e quando ele é exibido nas listagens de pesquisa ou de exibição.

Então, por que esse ainda é o sistema que potencializa os podcasts? Eu gostaria de ter uma ótima resposta para isso. E há definitivamente pessoas inteligentes que gastam muito tempo pensando sobre como o feed RSS pode ser melhorado ou substituído por algo mais moderno.

Mas aqui está a coisa: a natureza básica de como os podcasts são hospedados e distribuídos é o que mantém o podcasting tão aberto. Qualquer pessoa em qualquer lugar pode iniciar um podcast e distribuí-lo exatamente da mesma maneira que as grandes empresas de mídia. Os podcasts são quase totalmente descentralizados e isso, geralmente, é uma boa notícia, especialmente se você for um podcaster independente. Você pode hospedar e distribuir seu podcast gratuitamente por causa da natureza aberta da tecnologia sob o podcasting.

Mas é legal que, sob os bastidores, o podcast ainda seja construído com a mesma tecnologia com a qual estreou há mais de uma década. É uma das poucas partes da internet que ainda é amplamente democrática e aberta. Essa é uma das razões pelas quais é tão atraente para mim. Ele tem um pouco daquela vibe de uma “gambiarra tecnológica” que tornou a web excitante em primeiro lugar. É uma parte da internet que ainda é construída para independência e democracia.

Acontece que por muito tempo, podcasts estiveram “escondidos” do grande público e mesmo sendo sucesso crescente entre os chamados “early adopters” – os “maníacos” por novas tecnologias – sempre foram considerados uma “mídia de nicho”. Este “nicho”, no entanto, está crescendo. Nos Estados Unidos, quase metade da população já ouviu um podcast. Na Austrália, entre pessoas de 18 e 75 anos, este número sobe para surpreendentes 91%! No Brasil, apesar de não ser uma pesquisa com embasamento científico, a Podpesquisa vem mostrando um aumento absurdamente alto no crescimento de ouvintes de podcasts no país. Nos últimos meses, o Google vem trabalhando para dobrar o número de ouvintes de podcasts ao redor do mundo.

Uma vez mais, damos a mão à palmatória: Steve Jobs tinha razão. Podcasts são mais mainstream do que nunca.

Agora que você já sabe toda a parte técnica do que é a mídia que tanto amamos, uma coisa é certa: Se você preferir e quiser continuar dizendo para os amigos e familiáres que Podcast é como um programa de rádio que você baixa e ouve quando e onde quiser, pode também, certo?

O importante é conseguir novos adeptos ao “nicho”(*)…

(*) Falaremos sobre isso em breve.

Roberto Camara Jr. é Gerente de Projetos, geek em potencial, quase nerd amador, pai da Elis, casado, completamente louco por Podcasts – como mídia – e Podcasting como meio de comunicação e acredita que Star Trek é uma visão do nosso próprio futuro. 

Podcastologia #1

Frase de abertura

Olá,
Tudo certo?
Novamente obrigado por se cadastrar no Podcastologia.
Algumas coisas que esqueci de mencionar na mensagem de boas vindas:
Se ainda tem alguma dúvida então a resposta é SIM! O Podcastologia está oficialmente em fase Beta. Isso significa que a cada nova edição, coisas diferentes podem aparecer – ou desaparecer. Por isso ficarei muito, mas muito feliz se seguirem o exemplo da Kellem e mandarem ver no feedback.  E nem precisa ser via facebook! Fiz questão de colocar meu nome e usar meu e-mail pessoal justamente para ter este “papo” mais próximo contigo. Assim, aprendemos juntos.
Entre as coisas que ainda precisam ser definidas está a periodicidade da Newsletter, formato, layout, o uso ou não de imagens, como a Kellen sugeriu – eu prefiro focar mais no texto e nos links, além de preferir que o e-mail carregue mais rápido, mas sou todo ouvidos – os títulos das seções, o formato do texto, etc, etc, etc.
Além disso, por mais que eu tente viver conectado 25 horas/dia, seria impossível ficar sabendo de tudo  o que acontece na Podosfera. Dizem que existe uma coisa aí fora chamada “Vida”. Sabe como é?
É aí que você entra (Ôpa!):
Leu algo bacana? Viu alguma notícia importante  e/ ou artigo legal sobre a mídia, não deixe de me enviar! Será uma honra te creditar. Pode ser pelo e-mail, ou simplesmente marcando a hashtag #Podcastologia na Melhor Redefacebook, ou LinkedIn. Só não vale fazer jabá do seu próprio programa, ok?
A ideia aqui não é esta.
De qualquer forma, segue a primeira edição do Podcastologia.
Até breve,
Roberto

PS: Grande parte do que é publicado sobre a Podosfera, está em inglês. Eu sei. Mas antes de reclamar do seu professor daquele cursinho de “aprenda ingrês em 3 semanas” – e de mim por publicar links que não sejam na língua de Camões –  lembre-se que estamos no século XXI e o Google Translate não faz feio. 

O Giro de notícias

  • A Samsung fechou um acordo com o Spotify e agora seu app virá pré-instalado nos aparelhos da marca. Com isso, a empresa sueca, deve conseguir aumentar o número de ouvintes da plataforma. Considerando seu o novo investimento na Podosfera mundial, parece que estão tomando para si o projeto do Google de duplicar o número de ouvintes de podcasts nos próximos anos.
  • Enquanto isso, aqui no Brasil, mais uma empresa resolveu se embrenhar pelo mágico mundo da Podosfera. Em abril estreia o Arco 43, com convidados especialistas na área educacional. O programa deve ser quinzenal, lançado quarta sim, quarta não (Doh!).
  • Hunter Walk, fundador da StartUp HomeBrew, argumenta que o termo Podcast precisa mudar. Ele não está sozinho. E você, o que acha?
  • Já a FastCompany, empresa especializada em Branding, afirma que Podcasts de marca são o tipo de anúncio que o público quer ouvir. Eu fico muito feliz quando vejo uma empresa, adotando a Podcast, como forma de divulgar seus produtos. Ao meu ver, isso traz uma maior visibilidade á mídia, o que é bom para todos entusiastas.
  • Quem é assinante da Folha, tem uma matéria completa sobre os motivos do Spotify estar investindo tanto em Podcasts.
  • Já o Correio Braziliense diz que Podcasts de ficção são tendência nos streamings.
  • É muito bom saber que o Podcast Stage está de volta à SXSW.
  • E até a famosa marca de alto luxo Hermès, já tem seu próprio Podcast.

Brasil já é o segundo lugar no mundo, em número de downloads de Podcasts

O blog especializado da Blubrry Podcast Community, colocou o Brasil como o segundo lugar no mundo em número de downloads de podcasts
Em 2009, o número de downloads de podcasts no Brasil nem chegava ao top 10 mundial. Flutuando entre o 13º e 20º lugar. O Brasil sequer aparecia no radar do mercado de podcasts. Isso começou a mudar a partir de 2012. Entre 2010 e 2011, o número de downloads de podcasts no Brasil aumentou em 100%. Não o bastante, depois do pico quando finalmente desaceleraram, foi para “apenas” 70%+ em 2012.
A cada ano, a taxa de crescimento médio anual do número de downloads de podcasts no Brasil é de impressionantes 127% na última década. E estes são números impressionantes!

O Brasil é hoje o segundo maior mercado de downloads de podcast do mundo – maior que o Reino Unido e a Austrália combinados.

Os Estados Unidos, claro, ainda são, de longe, o maior mercado de podcasts com mais de 660 milhões de downloads em 2018. Mas o Brasil não fez feio e registrou 110 milhões de downloads no mesmo período.
O mercado de podcasts no Brasil é enorme e continua crescendo. Com base nas estatísticas, enquanto o Brasil viu os downloads de podcasts crescerem 33% em 2018, os outros cinco primeiros (EUA, Canadá, Reino Unido e Austrália) tiveram quedas de 3% a 12%.
Com números assim, não é difícil de se imaginar o porquê de tantas empresas de mídia (consideradas) tradicionais, terem passado a investir tanto em podcasts nos últimos tempos. Da Folha de São Paulo ao Correio da Bahia, passando ainda que timidamente pela Rede Globo
Fonte.